Campo Erê / Justiça - 22 de Novembro de 2022 - 17h36

​Vídeo – Veja como foi a condenação de mulher que dopou e matou o marido

Foto: campoere.com

Um crime que repercutiu nos noticiários em dezembro de 2021, foi a morte de um homem de 52 anos, agricultor, morador do interior do município de Campo Erê.

No dia 1º de dezembro daquele ano, GenirApplet, deu entrada no hospital de Campo Erê, com suspeita de ter infartado.

Após ter sido comprovada a morte, o corpo foi encaminhado para a funerária afim de providenciar o velório, mas quando o corpo era preparado um funcionário, observou que durante os procedimentos o cadáver não apresentava sinais de infarto e no pescoço havia sinal de que a morte poderia ter sido provocada por asfixia.

A policia civil foi chamada, que por sua vez encaminhou o cadáver para a policia cientifica, que atestou que morte havia sido por asfixia.

A partir desse momento a policia civil abriu uma investigação para apurar os motivos da morte e poucos dias depois, um exame toxicológico apontou que no corpo havia toxinas de um medicamento anestésico para animal de nome Xilazina.

Durante a investigação, a policia chegou a uma suspeita, que a cada diligências mudava de versão sobre os fatos, até que no dia 30 de dezembro, por determinação judicial Valdete Erthal, esposa da vitima foi presa, suspeita de ter cometido o crime.

Após as fases processuais, ela continuou presa e nesta segunda feira 21, em julgamento que durou mais de 14 horas, Valdete foi condenada a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão em regime fechado, retornando assim ao presídio feminino de Chapecó.

Durante o julgamento o Ministério Publico, através do promotor de justiça, Diego Henrique Siqueira Ferreira, apresentou aos jurados e ao publico que lotou o auditório da câmara de vereadores, durante todo o julgamento, todos os detalhes do crime, inclusive com as cinco versões, que a acusada apresentou durante as fase de investigação e processual.

A defesa feita pelo advogado Valmir Morais, primo de Valdete, argumentou durante o debate de que Genir havia se suicidado e que no processo, contestando veementemente os laudos periciais, afirmando de que Genir não foi morto por estrangulamento e sim por enforcamento.

Três homens e quatro mulheres, formaram o conselho de sentença, tendo na condução dos trabalhos a juiz Paula Fabris Pereira.

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Fonte: CampoErê.Com

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