Saltinho / Justiça - 24 de Novembro de 2017 - 08h19

​Jovem é condenado a mais de 12 anos de prisão por homicídio em Saltinho

Foto: Jandir Sabedot/www.campoere.com

Em julgamento que durou mais de 11 horas, Dilmar de Souza Gonçalves Lisboa 21 anos, foi condenado em mais de 12 anos de prisão em regime fechado pelo crime de homicídio e tentativa de homicídio.

Já passava da 20 horas, quando o Juiz Dr. Valter Domingos de Andrade Junior, sentenciou o réu a 11 anos e 8 meses de prisão em regime fechado, por ter assassinado a facadas, no dia 26 de junho de 2016, na avenida Alfredo Scopel, centro da cidade de Saltinho, Zaqueu Christmann de 21 anos, e de 6 meses em regime semi fechado, pela tentativa em Ezequias Cristmann. Da acusação de corrupção de menores ele foi absolvido.

O irmão de Dilmar, deletado durante o julgamento com o nome de Jeferson, na época do crime menor de idade, teve participação na briga e assumiu o crime e foi apreendido e ainda esta recolhido a unidade em São José do Cedro.

Em seu depoimento Dilmar, negou ter sido ele o autor das facadas em Zaqueu e Ezequias, mas o promotor Dr. Guilherme Brito Laus Simas, provou ao conselho de sentença de que o réu mentiu no depoimento e o menor assumiu o crime por ter uma “pena” menor do que ele.

Dilmar, que foi defendido pelos advogados Miguel Antonio Ruas Lubi e Daniel Decesaro, havia sido posto em liberdade em Maio passado, teve sua prisão decretada pelo magistrado no momento da leitura da sentença, por ter quando de sua liberação da cadeia, não cumprir as ordens que lhe foram impostas.

Segundo o Juiz, o condenado mudou de endereço e não compareceu no fórum para informar suas atividades e por esse motivo perdeu o direito de recorrer em liberdade.

Ao final a policia militar encaminhou o condenado a unidade prisional de São José do Cedro, onde continua a cumprir a pena, já que o período que permaneceu preso é descontado da pena imposta.

O júri teve a presença de alunos do curso de direito, familiares e publico em geral.

Familiares mais próximos da vitima estavam de camisetas com a foto da vitima com o dizer de “justiça”. Eles aguardavam com ansiedade o desfecho do julgamento, que apesar da condenação esperavam assim como o promotor, esperavam por uma pena de pelo menos 20 anos.

Fonte: Campoere.com

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